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Um. Neste espaço sempre nos ocupámos do espectro cultural da BD e seus maneirismos: interessa-nos o meio enquanto meio para um fim -e não escondemos os nossos fins. Canal e comunicação, cruzado à arte - como em, riscado dessa- e com muitas incursões no académico e à crítica. Sobretudo, interessam-nos nos últimos tempos as suas ramificações aos media, interessa-nos a evolução de ambos, formato e tecnologia. Não nos esgotamos aqui, mas percebem o âmbito.

Dois. Ontem, coisa que raramente nos importa, olhámos para o outro lado dos comics e falámos da indústria. Apesar do bashing no artsy-fartsy, justamente porque esses parasitam os géneros de BD que mais nos importam, a verdade é que nOS POSITIVOS ignoramos magesticamente o spandex. Ontem, uma excepção.

Ora,

Há quem diga que a realidade tal como a conheces é apenas um de vários cenários de laboratório onde se experimentam variantes sobre o que o criador dOS POSITIVOS pensa, diz e faz.

Há quem diga que ele tem uma premonição aguda sobre o futuro. Há mesmo quem diga que é capaz de viajar no tempo. Também há quem simplesmente pense que ele tem algum inside knowledge sobre o que The Comics Journal está para publicar -mas apesar das vezes que se adianta ao TCJ esta última podemos assegurar que é mera suposição.

Cultura & indústria...: can we mix it up com aquela estranha impressão que anda tudo ligado? Fuck yeah! Notícia do TCJ de hoje:

A propósito da edição do livro "The Greatest Comic Book of All Time". Neste, Bart Beaty e Benjamin Woo analisam as listas de best off de comics e seus autores. Da peça sobre o livro, parafraseando a intenção dos autores:

We have no intention of lecturing you about the comics that we think you should read. Rather, we want to examine the very process of list making and curating. We are not interested in what makes great works so great but how any work comes to be seen as great.

E nesse exercício recorrem ao conceito de capital simbólico: uma combinação dos diferentes tipos de capital (económico ie vendas, social ie buzzmediapuffpiece, cultural ie -not my word- "prestígio") que os autores compilam e quantificam numa matriz de eixos entre o capital económico e capital cultural.

For economic capital, they can look at actual sales of the work of a given cartoonist or specific book. For cultural capital, they look at how often a cartoonist or book has been written about in peer-reviewed academic journals

Mais detalhe? Lê o artigo ou compra o livro, wtf...? Segue-se o esquema no qual determinam o capital do autor ou obra, sendo que o sweet spot a ambicionar é o + Cultural + Económico.

A peça do TCJ segue e soma em torno de considerações que não nos ocuparão agora, como:

scholarly articles are not the only way to determine cultural capital, nor necessarily the best

- citação escolhida a dedo para esfregar bem a coisa mas isso são outros assuntos. E outros assuntos então:

one way to determine cultural capital would be in terms of mentions in the media

Mas apesar da deixa também não é de media que nos ocupamos hoje. Importa-nos sim a coincidência do tema. Mais uma vez. Timmings, timmings, timmings. indústria, cruzado com valências culturais de BD, listas listas listas, académicos, e a terminar o artigo um pequeno gráfico quantitativo a meio caminho andado do qualitativo *?

* Fará sentido se leres o notícia

Ora, mais uma vez. Se vos parece que estamos novamente a cruzar intenções, recordem-se sff onde foi a última vez - e provavelmente a primeira vez... - que boa parte de vocês tropeçou num gráfico a analisar dados estatísticos sobre valências culturais de temas comedianos? "Spoooky", dissemos na altura.

Portanto: há quem diga muita coisa do criador dOS POSITIVOS e do seu time-travellin'-insight-trend-sniffin'-timming-thingy. Mas têm que admitir: o gaijo é bom.

Who's ur daddy?

Por outro lado. Andamos com o hard-on pelos webcomics mas ainda não assentámos ideias por falta de tempo. Mas já o enunciamos e com a coincidência de timmings que nos persegue algum cabrãozinho vai-se chegar à frente antes de nós: isso não seria cool. Pessoas, we call dibs a toda a cena da BD no digital, web, media, cultura, punk. Don't fuck with me! Hell, até podemos passar na Cinemateca este fds só para recolher daquele dead media para get tha juices flowin'.

Se, e aviso à navegação, alguém nos tirar o paper dos webcomics, vais querer que "OS POSITIVOS" sejam de longe o termo mais recorrente na tua prosa: ias-te sentir muito mal com o nosso peer-review do dito em contrário. Bitch-be-warned.

uma revolução digital