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Ossos do ofício: estamos obrigados a estas coisas das webs e cenas, onde se inclui o driblar do page rank do Google. Por desvios pessoais e pela sanidade mental, onde podemos avacalhar, avacalhamos. O que nos leva a picar o ponto de tempos a tempos com a nossa singela sequência preferida de palavras chave: "banda desenhada alternativa". E com surpresa nossa, no topo da pesquisa (primeiro da lista!) o google remete-nos para, nada mais, nada menos, a DIREÇÃO-GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Shit-u-not! E com o título "Robert crumb - A Banda Desenhada alternativa americana dos anos 70".


Ora... A relevância que o Google dá a este artigo é-nos por demais interessante a tantos níveis: o humor geek das intrawebs e afins; a especificidade deste género de BD em particular; mas sobretudo, porque este artigo é destacado sobre a verborreia acumulada de largas centenas de horas ao longo de dezenas de anos de dizeres e escritos por tantos autores, divulgadores e críticos nacionais sobre a dita. Considerando a sua data de publicação, no espaço de um mês da sua tão breve existência * suplantou todos os envangelhos, manifestos e diatribes dos nossos comprades dispersos pela web-ó-esfera nacional.

Numa altura que neste "campo artístico" é palpável um "crescimento (...) exponencial nas últimas décadas em todos os aspectos", (ah, pesquisem... serviço público right here, de nada ó!!) será sintomático que esta é a melhor proposta que o algoritmo do google consegue desenterrar sobre o tema?

Se a ironia vos escapa, leiam o artigo:

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/news/presentations/noticia-demonstracao-crumb/

Primeiro, resultado, do, google.

E não se perca igualmente a ironia de estarmos a falar da Direção-Geral do Património Cultural. Hey, o país é teu, não olhem para mim: life's just too good.

* Ooops. Uma actualização necessária sobre este post...: MEA CULPA! Antes: OS POSITIVOS não são uma fonte de informação fidedigna, mas sim satírica e on-a-mission: por isso deturpamos factos, noblesse oblige. Mas neste caso foi mesmo desleixo da nossa parte.








Lemos o “2014” da publicação original do artigo e não tivemos qualquer dificuldade no entendimento dessa informação... & now tha funny/sad part: esquecemo-nos monumentalmente que já estamos em 2015. Totalmente. Estratosfericamente abstraídos, distraídos, desligados desse detalhe. Três meses dentro do ano e ainda não o interiorizamos de todo: I’m so not here right now...

My bad.

OS POSITIVOS: humor, seguido de depressão.

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