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Somos frontais na função que atribuímos à BD. Entre o “humor & depressão” que nos define e o nosso mission statement de “banda desenhada desalinhada desdenhada de propaganda punk veggie anti-nazi” não podíamos ser mais explícitos ao que vimos.

Brinco. Entre o pessoal e o militante, OS POSITIVOS não são de consumo fácil. Temos pena.

Sobre o carácter pessoal da nossa BD, não nos demoramos. Citando o Nico no topo dos seus 20 mil dias: a melhor música é aquela que contém a promessa de um dia nos ensinar a matar dragões.

Nick Cave ver no youtube

the song is heroic because the song confronts death \ the song is immortal and bravely stares down our own extinction \ the song immerges from the spiritual world with a true message \ “one day, I will tell you how to slay the dragon"

A melhor BD é, para nós, aquela que nos inspira a mesma promessa.

Sobre o militante, e não querendo ser fascistóides da BD (reler o mission statement de dois segundos atrás...) somos forçados a gritar lobo e opinar grotescamente num só sentido quando meio mundo de ovelhinhas adormecidas insiste em sonambular no sentido oposto.

Citamos Altarriba, pai ou filho:

"A Arte de Voar"

Quem nos conhece sabe que a nossa catilinária a um certo tipo de bd resulta unicamente da sua "sorte" nacional. Retornemos à citação inicial:

"Comics as a Nexus of Cultures: Essays on the Interplay of Media, Disciplines and International Perspectives". Censuramos para não individualizar & obrigar os mais mesquinhos a pesquisar.

Se vos parece que estamos a martelar velhas diatribes, é porque estamos.

Não nos vamos repetir, o aziúme continuará a passar despercebido. Comparem ao sempre válido blargh original, circa 2011:

"A leitura menos óbvia da importância da banda desenhada enquanto cultura popular conduz ao axioma que agora expomos: se não for lida, não é banda desenhada. A aparente simplicidade deste postulado poderá nesta circunstância provocar reacções objectas em espíritos de simplicidade equiparada, mas reforço que essa equiparação é falsa e que a hipótese é mais profunda que esses juízos. Uma abordagem completa da banda desenhada enquanto domínio de estudo não se pode limitar ao objecto em si apenas mas deve imperativamente incluir o leitor e compreender quaisquer mecanismos desencadeados externos ao objecto. E novamente deparamo-nos frente a uma lacuna entre a banda desenhada de autor e BD, que remove a primeira da esfera da segunda.

O que nos aflige não é nem nunca foi o sintoma, e sim a fatalidade subsequente. Todos viram o óbvio, mas o detalhe ainda escapa aos demais

chronicles of a bored bourgeoisie