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voltaremos quando vos for mais inconveniente

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#115

"the type of work that prompts questions about how elliptical a story should get, and what amount of meaning a storyteller can expect readers to create"

citação rippada de obra alheia que vem muito a propósito ainda que só o saibam no final...

Já tínhamos fechado para fim-de-semana quando notámos que a última missiva enviada foi a nº 114. Pois. Podíamos então a) prosseguir o plano e não vos entupir a caixa de correio com spam ou b) tentar chegar ao #115 ainda este mês –um belo número redondo- e vangloriarmo-nos no nosso eventual livro de memórias de ter debitado 15 newsletters só no arranque do ano, numa média de uma a cada outro dia quando normalmente precisamos de uns 6 meses para fazer dezena e meia... Bem, adivinhem?

Talvez mais uma cat pict, nunca é demais:

a black cat on my bike! wicked...
punk: u scratch, u die!

Ou podemos fazer o diário, também um cliché web sempre popular:

Almoço: indy, caneca de cerveja, leio nas notas do índice remissivo sobre os Godos antes destes se prefixarem de visi-. fuck this, para fotos do almoço lia o facebook...

Talvez algo diferente. Work in progress para um argumento de BD - e, ó argumentistas entre nós, é assim que se escreve uma cena verossímil:

1. Megababe gently whispers in my ear: "wake up, my love". I sleep. Time passes.
2. Momma Bear rolls up the blinds and the sun shines in. "Darling", she says, "please get up now, help me with the kids". I rollover to the other side.
3. Everybody’s running all around like crazy and Dragon Lady is screaming at me to "get tha fuck outta bed NOW - we're gonna be late u asshole!". I pull her pillow over my head. So much better now.
4. Half a sleep I realize I got huge boner. My half-awake part of the brain tells my horny self I should not pursuit this.
5. Tried it anyway, huge mistake; I know now in no uncertain terms she's not in the mood for it.
6. Time passed. I'm awake. Where is everybody?

...e vamos arrumar esta em "ficção", k?

Talvez alguma psicanálise disfarçada de BD?:

Hum, depois faço sentido desta, certamente consequências relacionadas com o script de uma BD neo-realista de humor duvidoso sobre as rotinas matinais – worry not: it will come out for ur amusement eventually---

Ou, talvez, uma revelação?

Preâmbulo mais que perfeito para resumir contexto:

Here’s the #1 lesson you learn working in advertising (and this has stuck with me, to my advantage, my whole working life): Nobody wants to read your shit. Let me repeat that. Nobody–not even your dog or your mother–has the slightest interest in your commercial for Rice Krispies or Delco batteries or Preparation H. Nor does anybody care about your one-act play, your Facebook page or your new sesame chicken joint at Canal and Tchopotoulis. It isn’t that people are mean or cruel. They’re just busy. Nobody wants to read your shit. There’s a phenomenon in advertising called Client’s Disease. Every client is in love with his own product. The mistake he makes is believing that, because he loves it, everyone else will too. They won’t. The market doesn’t know what you’re selling and doesn’t care. Your potential customers are so busy dealing with the rest of their lives, they haven’t got a spare second to give to your product/work of art/business, no matter how worthy or how much you love it.

E coming full cycle agora:

"When you (...) understand that nobody wants to read your shit, you develop empathy. You acquire that skill which is indispensable to all artists and entrepreneurs: the ability to switch back and forth in your imagination from your own point of view as writer/painter/seller to the point of view of your imagined reader/gallery-goer/customer."

Ora... Quem nos conhece sabe que quando nos nomeiam para prémios, fechamos o site e apagamos a mailing list, um dead giveaway do que pensamos da ideia de criar estratégias de empatia para com os leitores.

Que sentido queremos que  estes façam da avalanche de merda com que os atulhamos e que eles não leem de qualquer maneira? Plain and simple: we dont, really. This is a game of chicken I play to myself - if I thought u'd be *really* reading this I'd probably wouldn’t write it in the first place.

Vantagens do digital: em papel o formato ainda obriga a algum compromisso por parte do leitor e corremos o risco deste nos dar a sua atenção. Na web estamos totalmente escondidos à vista de todos e quando parece que alguém nos vai encontrar, shiit: we just dig deeper!

- they cee us daddy?
- no, for we were never here

but can u find us here?