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"DÁ-ME LÁ 500 PAUS E FAZ-ME UM LIVRO!"

(sei o que estão a pensar / nenhuma relação / continuando...)


Tens uma editora e estás farto de publicar os teus amigos? Publica-nos!

(nunca seremos amigos: pinky-promise!)

Os livros que editas entediam-te? Dás por ti a publicar apenas para marcar passo e cumprir compromissos? Mal consegues reunir a vontade necessária para yet again correr a rotina dos press releases e puff pieces da imprensa? Só editas tugas que te fazem esquecer o que estavas a ler ainda antes de terminares a leitura ou estranjas desconhecidos entre os ditos tugas porque estes têm dificuldades de retenção nas suas leituras? Começaste a pensar com os teus botões que original e interessante são duas coisas muito diferentes?

És um editor de sucesso, com uma carreira reputada na banda desenhada alternativa, repleta de marcos significativos e mesmo alguns prémios e estás entre os melhores no que fazes, mas tudo o que fazes é inconsequente para além dos talentos locais? Lembras-te com alguma nostalgia de quando a edição de um livro era razão de nervosismo e obrigava-te a sair da tua zona de conforto?

Estás pronto para um desafio que te force ao desconhecido e duvidoso?

Tens o guito?

Então este concurso é para ti! Participa e talvez possas editar OS POSITIVOS!

Open call à edição dOS POSITIVOS:

A edição de um certo tipo de livros é-nos hoje questionável à luz das novas tecnologias. Triplamente questionável no caso dos P+ quando estes já abraçaram o digital em toda a sua plenitude e simultaneamente ainda transcorrem no fanzine impresso entre os interregnos necessários ao acervo.

Porque então publicar o livro?

Principalmente: pelo pulhismo de partilhar o shelf space com livro alheio, ocasião que não deixaremos de aproveitar para distorcer experiências, expectativas e convenções, P+ style. Queremos gerar abjecções num público incauto dissimulados entre os demais, e não desperdiçaremos a oportunidade de fazer escola por tão baixo preço de admissão à cronografia da BD nacional de modo mais sentido que o mero artsy-fartsy chic-shock, exercício gratuito ou manifesto filosófico que se escusa ao quotidiano onde a intencionalidade do choque os rende peças de complacência tolerada fashion-cool a apropriar pela intelligentsia do turno. Nós seremos bastante mais penosos nas nossas ofensas por via de propósitos questionáveis e dubiedade de sentidos. A BD precisa de nós!

Em menor grau, pelas óbvias razões de vaidade pessoal que nos dispensamos de explorar ademais.

What’s in it for u? Deus sabe. O que queremos: as nossas cópias de cortesia para entregar entre os suspeitos do costume. Para quando: difícil de dizer, primeiro convence-nos que tens projecto para OS POSITIVOS nas suas nuances (*) e pegamos daí.

No rush, take thy time: we're here for the long run & just starting tha have fun.

(*) Punk doesn’t mean a drunk skinhead shouting shit. To me, it’s music that has a core that’s very smart and a surface that’s stupid enough that only a smart person will realize how smart it is. It’s crude music that’s made by people who are much smarter than the crudity implies.
Jeffrey Lewis

punx & comics