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Hoje, cómicos.

Nunca antes vimos Mnrg, poia e flop 1 mar 2017 na mesma frase assim tão perto, e pelo próprio. Algures no post falam do KKK: virá a propósito.

Os outros cómicos: imprensa. Do dia em que Trumpas co-opta os media, simplesmente não os insultando, e estes se apressam a tentar estar nas suas boas graças para merecer estatuto. O título da Wired é o mais engenhoso, o resumo da Poynter o mais elucidativo.

"Trump the Divider Takes a Stab at Unity"

Surprise! Donald Trumps’ first speech to Congress was… normal? Presidential, even? It was astonishingly not-surreal. If you ignore his policies—the immigrant crime units, the pipelines, the tariffs—Trump’s rhetoric was surprisingly conciliatory, packed with consensus-building sentiment.
in "Trump the Divider Takes a Stab at Unity" 28 fev 2017

"Trump’s big speech spawns marathon of media fawning"

Here's your CliffsNotes on the media consensus for President Trump big address to Congress: "Good and polished speech..." "Trump's best, albeit the bar is low..." "He became 'presidential..." "Better tone..." "Heavy on nationalism..." "Softer edge for some sharp policies..." "...Will it last?" Need any more?
in "Trump’s big speech spawns marathon of media fawning" 1 mar 2017

Sim, precisamos:

"Trump’s speech should remind journalists that tone matters"

The news cycle this morning is breathing a collective sigh of relief: President Donald J. Trump can do the presidential thing. But as they reflect on the president's bearing, journalists should also turn their powers of analysis back upon themselves.

The change in tone was the overall theme of this morning’s coverage. The Washington Post noted the president’s "muscular but measured tone." The New York Times said Trump "appeared restrained and serious." At the top of the hour on "Morning Edition, the anchor took note of the president’s "more optimistic tone."

Rather than just noting the miraculous effect Trump has on the national mood when he stays on script, newsrooms need to consider their own impact on a skeptical audience. Sticking to solid, attitude-free reporting is the equivalent of staying on script for journalists.
in "Trump’s speech should remind journalists that tone matters" 1 mar 2017

Above all, remember: Just like President Trump, every word you say — or write — is scrutinized by a skeptical audience.
in "Trump’s speech should remind journalists that tone matters" 1 mar 2017

No tópico de palavras que se dizem ou escrevem e o escrutínio por skeptical audiences, recordando o bom-tom -ie, "respeitinho" - vs o anonimato -ie, aqueles que não justificam menção excepto quando essa menção se torna a história-, hoje também, dos Truques da Imprensa e do Costa@Expresso. Tem tudo para tropeçarmos na história: imprensa, elites e populismos, internet e digital, facebook, twitter, porcos capitalista -The Economist, "multinacionais"- e até conseguiram encaixar um KKK à mistura.



Espaço para o contraditório, porque hey! parece que é a cena objectiva de fazer.

E a explicação. Indesculpável, claro. Porque a referência é absurda, nada sabem de jornalismo e sua história, são só uns putos, que sabem eles?

Topaste o paternalismo? Nós também. Mas fica a resposta pelos visados, destaques nossos como sempre:

É arrogância, é impunidade, é superioridade moral, mas é sobretudo o reflexo de uma elite em negação, ameaçada por uma nova configuração democrática trazida pela internet, que não admite ser questionada ou escrutinada pela "populaça". De uma elite que se habituou a observar de cima e de quem todos se habituaram a ter medo.
in "s/t" 28 fev 2017

A deferência ao Trump é só mais um sintoma deste respeitinho de quem quer que cada qual saiba o seu lugar. E nele fique. Mas... e se os miúdos não estão para mais?

xtra 'cuz I saz so

♪ they say fuck you to my face
♪ am like fuck you to

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