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"ei-los a administrar aos leitores (...) a cultura para o fim-de-semana"

Mas stop me se já citei o Tó-Guerra antes :) must-be-friday!

A palavra “populismo” é actualmente objecto de um uso imoderado que adulterou o seu sentido e faz dela um sintoma que diz muito pouco sobre um regime político e uma forma de governação, mas diz muito sobre o discurso do jornalismo e os mecanismos mediáticos.

O destaque é meu. Induzindo...:

O populismo é hoje uma questão dos meios, das mediações, e não uma questão política. Não é um apelo ao povo, mas às audiências. Não é um discurso político, mas um modo de funcionamento em que não há senão mediação derivada e a ilusão de que tudo pode ser induzido. Dá-se assim este fenómeno estranho: as televisões — sobretudo elas — inventaram um “povo” que não existe em nenhum lado senão nos estúdios e só é conhecido pelos apresentadores de televisão.

...e concluindo:

E, de um modo geral, a informação e toda a comunicação jornalística medem o seu público por baixo. No campo da cultura, isto é devastador, sobretudo porque se disseminou em todo o campo editorial. Veja-se como as editoras, nas suas campanhas publicitárias e no modo de se dirigirem ao “público”, usam um discurso que pressupõe um leitor estúpido e não emancipado.

OS POSITIVOS: adulterando imoderadamente o que vem à rede.

XTRA:
populismo ao serviço de outros discursos ideológicos

- weeone, know that sometimes I'm glad u never do what what ur told and always go ur own way

kid losers