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Comic Con Portugal 2015

Dizem-nos os números oficiais do Comic Con Portugal:

  • dias 4,5 e 6 de dezembro 2015
  • 45 mil metros quadrados
  • 53962 visitantes

Parece-nos estranha esta excentricidade de reduzir tudo a porções que se contabilizam para atingir uma qualquer validação, mas dada a natureza da besta a sua legitimação só pode mesmo ocorrer numa folha de excel.

Importará saber se haverá uma correlação de números mais profícua? Ou aplicamos a máxima do bigger is better? Outros rácios podem ser pensados? Mais metros quadrados por visitante parece um evidente desperdício de meios, já enfiar mais visitantes em menos metros quadrados algo a pensar -não fossem as propensões destes para a reclamação e lamúrias várias. Talvez oscilando o terceiro eixo para uma maior ou mais curta duração do evento? Mais dias poderão atrair mais visitantes em menos espaço? Ou, pelo contrário, haverá menos overhead encaixando os visitantes em dois metros quadrados num evento total de quarto de hora –e, da perspectiva da organização do evento, francamente mais fácil de gerir?

Com tantas variáveis para ponderação perguntamo-nos se outros números podem trazer-se à fórmula de cálculo que permitam precisar o seu sucesso.

Segundo a organização do Comic Con Portugal, a resposta parece estar na triangulação da órbita da Terra em torno do Sol com a quantidade de totós que se abicham na superfície alocada. Um estímulo e uma tendência para os cómicos nacionais, certamente. Para já a pontuação vai nos já referidos:

  • dias 4,5 e 6 de dezembro 2015
  • 45 mil metros quadrados
  • 53962 visitantes

Beja, ur up!- e recordamo-nos que na tua última edição também não te escusaste de ir a jogo com os teus próprios números.

By tha way, acabamos de insultar 53962 pessoas in one go: that’s how we roll, bitchis!

- Papi: é hoje que vamos montar a árvore de natal?!
- Nope, o papá vai namorar esta garrafa ao almoço e cair KO no sofá e nem quero ouvir conversas.
- Mãe!!!

(depois de almoço)

- A árvore de natal ficou muito gira, não ficou, Papi?
- Humpft...

Moral da história: não decidir os serões de família por voto democrático.

na boa