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a não esquecer

"I see Cerebus as the culmination of a whole generation of work first started in the 70’s. Cerebus is the ultimate overground comic and 80’s direct market indie"
somedude nos comments do TCJ
"There was a time when it seemed possible that comics, little packets of ink on paper, could be the true inheritors of ambitious serial storytelling—could carry the mantle of the sprawling, messy, glorious serial novels of the past, could inspire the devotion that those works did (...) Now, it seems clear, that mantle has been passed on (...) Comics, meanwhile, declined the opportunity. (...) But we consider an exception.
There’s never been a work of art quite like Cerebus the Aardvark."

Não é segredo para ninguém que acompanhe os P+ que os 70's underground são a génese da única BD que ainda vale a pena ler hoje em dia mesmo que sejam agora denominadas de alternativas. Algures entre a liberdade dos primeiros e da consciência dos segundos, este é o Mount Everest of Comics.

dealing with stress

Ou podíamos falar de terrorismo.

Agora que se ameaça a deriva do terrorismo de estado por causa do terrorismo dos maluquinhos do jesus - pah, se não é esse é outro, confundimos esses gaijos todos: não somos grandes em mitologia, fantasia e seres mágicos- queriamos recordar que dois errados não fazem um certo. Há anos que o green scare faz dos activistas a principal ameaça doméstica no ocidente, numa descarada política de profit over people.

Apetece-nos recordar o Eric McDavid saiu em janeiro ao fim de 9 anos, e o coitado nem consumou a sua paixão com a agente/informadora que o incriminou no plano que ela própria engedrou. E aqui podemos entrar na desbunda (pun not intented) com senhores como o John Dines, o Mark Jenner ou Jim Boyling que no exercício das suas diligentes tarefas não se coibiram de praticar sexo com activistas que espiavam e engravidar algumas no decurso das suas investidas (e pun intented...). E aberta a caixa de pandora, o que dizer do Mark Kennedy e do Bob Lambert? Estes senhores estão para lá de qualquer escala cósmica da hipocrisia possível. (hell, e agora até sabemos que o bob foi co-autor do panfleto do mclibel? how wild is that...?)

Apesar dos milhões de prejuízo nunca ninguém morreu de uma sabotagem ambiental, mas se querem prova mais óbvia da diferença que entre um "eco-terrorist" e um barbas-mujahedin medieval: parece que para infiltrar o primeiro grupo basta querer fazer amor com eles. Aos John, Bobs, Marks, Jims e Annas deste mundo: vão foder com os maluquinhos das AK semi automáticas.

Esta é velhinha, mas a recordar:

- but daaaaaaaaaaaad!
- stay behind tha lines: it's not safe

a esquecer